O autor apresenta uma crítica contundente ao que chama de Antropoceno: uma era em que nossa espécie altera o clima e a vida de forma irreversível, mas permanece alienada em um consumismo exacerbado.
As ideias para adiar o fim do mundo, como o livro se apresenta, não são uma fórmula mágica para salvar o planeta, elas servem para aprendermos que o fim do mundo pode ser adiado através da nossa capacidade de contar histórias e de reconhecer o rio e a montanha como nossos parentes, de compreender de onde viemos e para onde podemos ir; é resistência através da subjetividade e do afeto.

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